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terça-feira, 8 de julho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Professor pesquisador - Profa Daiane Fagherazzi
PREDICADOS DO PROFESSOR PESQUISADOR
Geralmente, o professor compreende e aceita as novas teorias existentes, porém apresenta problemas ao transformá-las em prática na sala de aula. Há também uma preocupação demasiada com aspectos formais da língua-padrão (bem falar e bem escrever). Muitas aulas são dadas para classificar palavras, decompor períodos sem existir uma reflexão linguística sobre o assunto. Este ensino, portanto, não se fundamenta em teorias do discurso e do texto. Os estudos são centrados principalmente na sintaxe e na morfologia, desconsiderando a semântica e a pragmática. Os métodos devem favorecer a correspondência dos conteúdos com os interesses dos alunos. Estes devem reconhecer nos conteúdos o
O bom professor deve ser um pesquisador do conhecimento específico que ensina. Deve refletir sobre a sua prática de orientador, propondo atividades de pesquisa. O aluno deve ser avaliado com o objetivo único de diagnosticar, e não de aprovar, nem de aferir, tampouco de reprovar. Deve-se identificar o que está bom e o que precisa ser reformulado. Assim professores e alunos têm a oportunidade de decidir sobre novos caminhos.
O conhecimento deve ser visto como processo, ou seja, não acabado, construído individualmente pelo sujeito. A busca de ser um exímio profissional é uma prática que exige novas buscas e tentativas. Mas é um esforço justificado porque se pretende o melhor para o aluno.
Cabe ao professor articular as propostas didáticas de maneira produtiva, criando condições para o estudante transitar nos diferentes discursos textuais. O ser humano é caracterizado pela linguagem, portanto possui habilidades orais e escritas. Propiciando ao educando estratégias de leitura/escrita e valorizando a oralidade, o professor estará cumprindo sua missão: “tornar o aluno poliglota em sua própria língua”. Professora Daiane Fagherazzi
Vidas em Português - Profa Daiane Fagherazzi
Vidas em Português
Língua materna em vários
lugares do mundo - Brasil, Portugal, Goa (Índia), Moçambique, Angola, Guiné
Bissau, Macau (China) e Japão - a Língua Portuguesa é garantida com uma
variedade de culturas e de realidades sociais, políticas, que influem na vida
dos falantes.
O uso da língua portuguesa
em diferentes culturas é o tema do documentário Língua: Vidas em Português,
primeiro longa-metragem do moçambicano radicado no Brasil, Vitor Lopes, que
aborda particularmente a pluralidade cultural da língua portuguesa. Este
documentário é desenvolvido a partir de uma análise feita do ponto de vista dos
próprios falantes, que também representam a seu modo de ser, a sua língua e sua
situação cultural, social e ideológica nos diferentes locais nos quais vivem.
Entre as pessoas envolvidas, estão estudantes moçambicanos habitantes de Portugal,
um cozinheiro brasileiro que vive em Tóquio, indianos que vivem em Goa, entre
outros. Ilustres personalidades como os brasileiros Martinho da Vila e João
Ubaldo Ribeiro, os portugueses Teresa Salgueiro e José Saramago, o escritor
moçambicano Mia Couto se mesclam aos anônimos de todas as partes do mundo
mostrando, mediante as ações do cotidiano, a relação que eles apresentam com a
língua,
Segundo José Saramago, há
línguas portuguesas e não uma só língua portuguesa. Essas línguas são, ao mesmo
tempo, iguais e diferentes. Sabemos que a linguagem dos seres humanos passou de
um estado primitivo e foi se tornando um sistema bastante complexo. As línguas
estão sempre em constante modificação/evolução, conforme a realidade do
falante. Ela se adapta ao momento: é viva. Em se tratando da língua portuguesa,
pensá-la como uma entidade homogênea não é cabível.
Seria relevante se nesse
documentário houvesse um olhar filológico de um linguista, que pudesse analisar
as diferenças de sintaxe, pronúncia e léxico dos falantes. Também seria
interessante se a Linguística (estudo da linguagem humana) tivesse atuado, já
que ela observa e interpreta os fenômenos linguísticos e com isso depreende os
princípios fundamentais que regem a organização e funcionamento das línguas, neste
caso, a portuguesa. Dessa forma poderia ser desenvolvido um trabalho
ressaltando as diversidades como, por exemplo, o linguajar do pastor evangélico
e vendedor ambulante do Rio de Janeiro, o falar do escritor João Ubaldo, os
dizeres e cantares de
Martinho da Vila, as preciosas construções de Saramago.
Como a obra apresenta
riquezas linguísticas, explorar os diferentes discursos, os dialetos proporcionaria um valioso trabalho
também na área da semântica (estudo do significado em todos os sentidos do
termo) e da pragmática (estudo da linguagem no contexto de seu uso na
comunicação). Teríamos certamente belas pesquisas a serem vistas, discutidas,
apreciadas.
Professora Daiane Fagherazzi
Crônicas da Turma 811 - Profa Daiane Fagherazzi
Com o intuito de estimular a participação nas Olimpíadas de Língua Portuguesa, os alunos se envolveram, por várias semanas, na leitura e análise de crônicas. Destacamos algumas:
NOBREZA
E ali estava eu, observando, ou melhor, tendo o privilégio de apreciar aquele momento. Era um lugar comum a muitos jovens, crianças felizes...
E ali estava eu, observando, ou melhor, tendo o privilégio de apreciar aquele momento. Era um lugar comum a muitos jovens, crianças felizes...
Uma euforia só, todos correndo atrás da bola, mesmo sem sequer, começar o jogo. Até
que um gritou: “Vamos começar a peleia,
gurizada!” E assim começou o “glorioso jogo”. Pouco irônico, pois até as goleiras eram feitas de tijolos. Mas
ninguém ali estava preocupado com a luxúria, só queriam se divertir. Era uma entrega total, de corpo e alma.
A gritaria não parava; era um pedindo a bola, outro xingando o próprio companheiro, pois era muito “fominha”. É assim que eles chamam
quando o jogador não passa a bola para os outros colegas; um apelando, almejando
pela falta não existente.
Até que, do nada, uma senhora grita: “A boia
já está pronta! Venham que, se demorarem, vai esfriar!” imediatamente, saíram
correndo, deixando para trás a gladiadora camisa suada e a “sofrida chuteira”.
Fiquei a observar o canto nacional deles. Daquelas faces
jamais irei me esquecer. A alegria era contagiante, os olhos demonstravam que o
coração pulsava de emoção e, mesmo sendo um jogo “qualquer”, percebi que não precisa de muito para contemplar essa tal felicidade.
Basta apenas amar
o que faz, nesse momento, no
agora. Porque, no fundo, todos nós “ganhamos”! Ganhamos! Ganhamos!” a
felicidade de graça. Precisa somente querer senti-la, isso sim, é a maior
nobreza. Kassiane Carvalho
Simples jogo
E lá, naquele estádio, onde os bancos eram
perfeitos, as cercas eram perfeitas, as goleiras eram perfeitas e até o
gramado era perfeito, resumindo, era um estádio de primeiro mundo. De onde será que saiu tanto dinheiro
para esse belíssimo estádio?
Bom, só sei que estava ótimo. Apesar dos preços altos, eu
consegui me divertir com minha família. Todos com uma vuvuzela na mão e com a
bandeira do nosso timão levantada com muito orgulho.
E do outro lado do estádio, a torcida inimiga
estava muito animada...Parecia que cada torcedor estava
com um microfone e uma caixa de som ao lado. Mas isso não abalou meu eterno tricolor
gaúcho. O jogo estava empatado: 1X1 nos quarenta minutos de jogo e surgiu uma oportunidade de gol.
Toda torcida tricolor se levanta de suas cadeiras, passando toda alegria para
os jogadores. Foi, então, que surgiu uma falta dentro da área, pronto para bater o pênalti,
e a torcida vibrando ao som do apito, o jogador chuta e é “gol” no meio das pernas do “frango”do
goleiro.
E assim termina o jogo, um simples jogo, mas que
transmite felicidade e emoção ao torcedor. Otávio Nunes
Fanático
Seu Jorge, um senhor de 80 anos, fanático por futebol,
gremista, já havia feito parte da formação antiga do Grêmio na sua juventude.
Escutava todos os jogos do time pela rádio. Dizia que olhar os jogos pela televisão
era coisa de fresco.
Esse senhor estava muito ansioso pois Grêmio, seu
amado time, iria jogar com seu rival na próxima quarta-feira. Ele até havia
comprado um novo rádio, já que o antigo estava com problemas.
Chegou o grande dia. Faltavam minutos para o
começo do jogo. Jorge, com a camiseta do timão, bebendo um vinho na companhia de seu neto, esperava
ansiosamente o começo do jogo. Enfim, juiz apita o
início do jogo. Como o motor de um
fusca em terceira marcha estava o coração de seu Jorge, batendo aceleradamente.
Final de jogo: 1X1. Grêmio
marca falta no Inter dentro de sua própria área.
Esqueci de mencionar: Seu Jorge tinha
problemas no coração ... Alexandre
Bola de fogo
Eram 16:30 da tarde. Tinha acabado de começar
o jogo pela taça espanhola.
O meu time do coração olhava para a goleira com muita esperança
em conquistar o troféu. O juiz apitou, e a bola começou a praticamente “dançar” pelo campo. Rolava de
um lado para o outro. Faltas e impedimentos fizeram parte de muitas jogadas, os jogadores tinham o olhar em chamas para o juiz. Já os
bandeirinhas tentavam justificar os erros cometidos.
Os torcedores, com o coração na mão, esperavam por um gol que poderia, pelo menos, tirar a torcida de
seus bancos quentes. Tinha também aqueles que queriam brigar com a torcida
adversária, mas os homens fardados e com escudos nas mãos estavam lá para
afastar as brigas.
E, assim, o juiz apitou pela segunda vez e encerrou o
primeiro tempo. As torcidas se acalmaram e os jogadores descansaram.
Depois de quinze minutos velozes como um vento em dia de temporal, começou a partida novamente.
O jogo ficou com o mesmo clima do primeiro
tempo. A bola corria sem
descanso nas pernas dos
jogadores. Até que aconteceu um milagre: o goleiro estava defendendo bem até ali, mas Xavi - o grande jogador - foi correndo com a
bola para fazer o gol. Ele lançou
a bola ao amigo que estava do lado e o goleirão pegou as pernas dele. O juiz apitou: "pênalti" em cima de Xavi.
Os torcedores do time adversário começaram a
gritar, revoltados pela decisão equivocada do juiz. Os outros torcedores aclamavam o responsável pelo apito.
Já quase, no final do jogo, o gol
valia ouro e foi Messi que ficou
encarregado. Todo mundo olhando para a bola como se fosse o eclipse lunar. Veio o chute. O
tempo parou, de repente, e o gol do lado do goleiro Cassilas. E como eu estava perto, deu para olhar a bola pegando fogo e entrando no gol.
Não sei se isso foi real, mas foi o gol que valeu o troféu. Bryan
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Tecnologias na Matemática
Muitas
vezes ouvimos comentários como “Eu odeio matemática!” ou ainda “Pra que vou
usar isso professora?”. Com o objetivo de desconstruir essa visão da
Matemática, os alunos dos 3ºs anos do Ensino Médio(Manhã), participaram de
um projeto que promove a aprendizagem da Geometria Analítica de forma lúdica e
utilizando a tecnologia.
As reproduções foram feitas pelas turmas 301 302 e 303 com o software educacional GrafEquation.
Para a atividade os alunos utilizaram tudo que foi aprendido sobre a Equação da Reta e seus Coeficientes. Neste software os conceitos matemáticos não estão prontos, o aluno deve pensar e calcular previamente a equação, o intervalo numérico ou outro conceito matemático que seja necessário usar de acordo com a estratégia que resolveu utilizar na construção, para que o desenho esperado seja realizado.
O objetivo do trabalho foi de atingir competências essenciais do ensino da matemática que são, entre elas, raciocínio, reflexão, retomada de conceitos e pensar sobre o pensar.
Parabéns Pessoal! Excelente trabalho!!!
Prof. Caroline Borsoiquinta-feira, 22 de maio de 2014
Representantes do COM-VIDA no Fórum de Socialização de Diagnósticos./Salão Nobre da Prefeitura de Farroupilha; dia 21/05/2014.
Alunos: Cristian Poltronieri; turno da tarde, turma 211.
Emanuelle Gritty; turno da manhã, turma 104.
Professoras: Silvana e Delenice.
Professora: Delenice.
COM-VIDA em Ação.
Atividade lúdica dia 19/05/2014.
Representação das pedras no caminho (problemas escolares) e árvore dos sonhos (ações para os problemas escolares).
PEDRAS: Lixo, Bicicletário e Incentivo Ambiental.
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